O Amargo Santo da Purificação

Teatro de Rua

Centro de Campinas – 29/03/10

Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (RS)

O Amargo Santo da Purificação traz para o tempo presente a importância de estar em estado de vigília a partir da memória histórica. Na saga do coletivo gaúcho, é reservado lugar aos verdadeiros revolucionários, arrancados do estado de direito e jogados na clandestinidade. A alegoria lúdica daqueles que sonharam em devolver ao país a liberdade é realçada pela força da cultura popular e afro-brasileira. Carlos Marighella é Xangô, que dança com seus machados pedindo justiça. As forças de opressão são gorilas brutais que avançam sobre a praça numa geringonça assustadora.

Sérgio Maggio, Correio Brasiliense,
Brasília, 10 de Abril de 2009.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Fotografia © Camila Casteleti

<< TEATRO

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.